Queria ser aquela pessoa de autoestima super elevada, mas sempre fui à neura em pessoa, porém antigamente era bem pior. Quando era adolescente me achava magrela demais, na adolescência e também em vários outros momentos da minha existência tive os mais diversos tipos de encanações, sabe aquele negócio de se olhar no espelho e achar mil defeitos.
Ficava me comparando com outras pessoas, deixava de usar short e outras roupas, não era apenas frescurite muitas vezes eu sofria com isso, somente hoje olho minhas fotos antigas e tenho noção de como eu tinha uma visão distorcida de mim mesma.
Acho que essa é a parte boa de envelhecer, começamos a não querer ser ninguém além de nos mesmos. A gente se aceita mais e nos preocupamos menos com que os outros acham ou dizem.
Muito clichê dizer que a gente precisa se amar, mas só quando a gente realmente se ama entendemos como isso faz diferença na vida.
Nos cobramos muito, os padrões estabelecidos pela mídia são irreais, modelos e celebridades vivem de aparência e investem muito nisso somando a maquiagem e photoshop, estão todos sempre impecáveis nas capas de revista, entretanto busca no google as famosas de cara limpa que você vai descobrir que elas são meras mortais assim como todas nós.
Se eu pudesse aconselhar alguém eu diria que tudo bem potencializar os nossos pontos fortes, investir em roupas e maquiagem que melhore nossa imagem e nos dê aquele up, mas sem se tornar uma caricatura de si mesmo, sem perder a essência, sem se tornar um personagem ou uma “escrava da beleza”, todas devemos nos permitir ir de chinelo e moletom a padaria .
Não é a toa que eu tenho tatuado a frase “Torna-te quem tu és”, sermos nos mesmos em todos os sentidos é
libertador.
Pri Rivera
Pri Rivera
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